
Pau que nasce torto, nunca se endireita! Por isso, assim somos até hoje. Há três anos atrás, o Teatro da Pateticidade nasceu em meio a protestos na Universidade São Judas. O primeiro espetáculo “Calmaritá” desafiou as regras acadêmicas assim como as Aristotélicas. Quebrar padrões em busca de uma nova relação com o público sempre permeou nossos trabalhos. Um ano mais tarde “Nem Santo nem Porco” fora veemente censurado pelo corpo docente. É claro que ninguém gosta quando pisamos no seu calo.
Já que a sala fechada está sujeita aos bons modos e à censura do que não se deve falar, em 2004 decidimos invadir as ruas.
O espaço mais democrático de nossa civilização se tornou o palco ideal para os Patéticos. Na rua, democratizamos o acesso à obra, exercemos nosso dever cívico, partilhamos abertamente ideais e convicções, trocamos, doamos e ganhamos. Sem dúvida, o Teatro de Rua é hoje a resistência teatral, frente à cultura massificada do cinema americano e da TV.
A primeira experiência confessadamente desastrosa começa em 2004 com “Um Espetáculo Quase de Verdade”. Se por um lado foi um desastre em termos de comunicabilidade, por outro nos trouxe o primeiro contato com esse novo espaço cênico, com o público transeunte e com as formas de relação que ali se dão. E foi então que em 2005, o Teatro da Pateticidade investiu pesado na pesquisa do Teatro Popular. As formas, as técnicas, os temas e as relações foram minuciosamente escolhidas afim de atingir com a máxima capacidade o espectador da rua. O resultado foi o espetáculo “Pois é...”, que já está a mais de um ano circulando por parques, praças, escolas, universidades e Mostras em São Paulo e outros estados, sempre gratuitamente.
Já que a sala fechada está sujeita aos bons modos e à censura do que não se deve falar, em 2004 decidimos invadir as ruas.
O espaço mais democrático de nossa civilização se tornou o palco ideal para os Patéticos. Na rua, democratizamos o acesso à obra, exercemos nosso dever cívico, partilhamos abertamente ideais e convicções, trocamos, doamos e ganhamos. Sem dúvida, o Teatro de Rua é hoje a resistência teatral, frente à cultura massificada do cinema americano e da TV.
A primeira experiência confessadamente desastrosa começa em 2004 com “Um Espetáculo Quase de Verdade”. Se por um lado foi um desastre em termos de comunicabilidade, por outro nos trouxe o primeiro contato com esse novo espaço cênico, com o público transeunte e com as formas de relação que ali se dão. E foi então que em 2005, o Teatro da Pateticidade investiu pesado na pesquisa do Teatro Popular. As formas, as técnicas, os temas e as relações foram minuciosamente escolhidas afim de atingir com a máxima capacidade o espectador da rua. O resultado foi o espetáculo “Pois é...”, que já está a mais de um ano circulando por parques, praças, escolas, universidades e Mostras em São Paulo e outros estados, sempre gratuitamente.
POIS É...
Texto: Teatro da Pateticidade
Direção Geral: Alex Ramos
Direção Musical: Rafael Rip
Elenco: Alex Ramos
Camila Dantas
Philippe Iwantschuk
Rafael Rip

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